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domingo, 21 de novembro de 2010

Papa pede ao G20 Soluções Duradouras

yahoo notícias (reportagem EFE)
Qua, 10 Nov, 03h33

Roma, 10 nov (EFE).- O papa Bento XVI pediu nesta quarta-feira aos chefes de Estado e de Governo reunidos esta semana na cúpula do Grupo dos Vinte (G20, formado pelos países ricos e os principais emergentes) em Seul que tomem "soluções duradouras, sustentáveis e justas" para demonstrar que, "graças à crise econômica, o homem amadureceu".

Em mensagem dirigida ao presidente da Coreia do Sul, Lee Myung-bak, publicada nesta quarta-feira pelo jornal do Vaticano "L'Osservatore Romano", o Pontífice pediu aos principais líderes políticos que "levem em consideração as consequências das medidas adotadas para aliviar os efeitos da crise".

"Os senhores devem ser conscientes de que os instrumentos adotados só funcionarão se estiverem destinados à realização do progresso autêntico e integral do homem", ressaltou o papa em sua mensagem.

O Pontífice acrescentou que "são necessários instrumentos para sair da crise, com acordos comuns que não privilegiem alguns países em detrimento de outros".

"Para ser eficazes terão que se aplicar de modo sinérgico e, sobretudo, respeitoso com a natureza do homem", ressaltou.

Segundo Bento XVI, o G20 é uma cúpula "de caráter global" e também um "sinal eloquente da relevância e das responsabilidades adquiridas pela Ásia no cenário internacional do século XXI".

"Será um sucesso se a partir dos diferentes e contrastados problemas que afligem os povos da terra, a cúpula souber delinear os traços do bem comum universal e demonstrar vontade de cooperação", declarou. EFE.

Nota: muito em breve o domingo será apontado como um meio de respeitar o ser humano, suas crenças e seus valores familiares. O braço secular será o executor desta política, liderado pelos EUA e, provavelmente, seguido rapidamente pelo G20. O bem comum, da maioria, imporá, pela força, a regra desta sobre as minorias discordantes. Prepare-se.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Nova Ordem Mundial: G-24 Pede Coordenação Global para Finanças

G-24 pede coordenação global para fluxo cambial

Yahoo Notícias

Os países emergentes e em desenvolvimento que formam o chamado G-24 pediram hoje uma coordenação global das políticas macroeconômicas para diminuir as crescentes tensões cambiais. O grupo, que inclui Brasil e Índia, emitiu um comunicado no qual censurou as economias avançadas por perseguirem políticas monetárias de taxas de juros muito baixas que provocaram valorização das moedas de outros países.

"As atuais políticas dos países desenvolvidos está levando a fluxos de capital muito significativos para alguns dos países emergentes. Isso está gerando pressão altista sobre as taxas de câmbio", afirmou o ministro de Finanças da África do Sul, Pravin Gordhan, que preside o G-24. Além disso, Gordhan disse que o aperto de cintos simultâneo das nações avançadas para reduzirem os níveis de dívida "impõe um risco enorme" para a economia global.

Segundo Gordhan, o G-20 e o Fundo Monetário Internacional (FMI) têm a responsabilidade de manter o senso de cooperação observado nos primeiros dias da recente crise financeira global. O ministro sul-africano pediu um processo no próximo mês para que seja alcançado um consenso sobre políticas macroeconômicas para evitar o ressurgimento de desequilíbrios globais.

O G-24 também destacou a necessidade de reforma do FMI para dar mais voz aos países de menor renda, expressando preocupação com a possibilidade de a pressão por um realinhamento de poder na instituição ocorrer à custa de outras nações emergentes e em desenvolvimento.

Gordhan rejeitou a sugestão do secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, e do diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, de que as reformas do FMI devam ser relacionadas à apreciação do câmbio da China. Para Gordhan, não há ligação entre as duas coisas. As informações são da Dow Jones [ênfases acrescentadas].

Nota: A fragilidade econômica, mostrada com as recentes crises financeiras, poderá ser um dos grandes estopins para a criação de uma nova ordem mundial, onde as nações agirão coordenadamente sob uma única batuta, no interesse do "bem comum". Medidas que são hoje impensáveis poderão rever os direitos sobre capital e propriedade, bem como a expansão do poder do Estado na vida privada. Ressalte-se a possibilidade de um dia para "equilibrar as contas" (semanalmente, de preferência). Os quatro ventos estão sendo soltos.