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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ridículo: não podemos provar que não existem sondas alienígenas entre nós.

É isso mesmo. Um pouco difícil de entender a lógica mas, para um grupo de "cientistas", o fato de não termos rastreado o bastante o nosso sistema solar implica que não podemos afirmar que não existem sondas alienígenas não-tripuladas explorando nossa vida.

Este trabalho foi publicado pela respeitada Cornell University, o qual você pode conferir neste link.

Para os doutores Ariel Roth e Nahor Neves, esse pensamento sofista (apresentado também pelo famoso físico Stephen Hawking) pode permitir qualquer coisa. Por exemplo: não podemos garantir que não somos uma simulação de um supercomputador, mais ou menos como no filme Matrix (só que sem um corpo real para ser "acordado"). Não podemos garantir que nosso Universo não é uma bolinha de gude jogada por um alienígena gigante (como no filme MIB). Não podemos dizer que os cães não são uma espécie muito mais avançada de seres que resolveram se tornar novamente animais porque chegaram à conclusão de que esta é a melhor maneira de viver (gostou? essa é de minha autoria... pode render um bom roteiro para Hollywood). Ou seja, por esse pressuposto, tudo é possível, e ninguém tem o direito de negar nada, simplesmente porque não se pode provar o contrário.

O Dr. Nahor Neves denuncia a mistura de filosofia e ciência pura que tem permeado as universidades da atualidade. Desta forma, a filosofia é colocada em pé de igualdade com a ciência experimental, onde, em última instância, os experimentos da última podem não ter valor se contrariarem a primeira, pois, afinal, teriam o mesmo peso. Trocando em miúdos: para teorias como a da Evolução, se os fatos contrariam a teoria, descartam-se os fatos (!!!).

Agora, o que é mais interessante, é que quando alguém propõe que, diante das inúmeras lacunas, falhas e contraprovas da Teoria da Evolução, podemos ter sido "planejados", é execrado pela comunidade "científica". Ou seja, imaginar que nosso Universo é uma cereja sobre um pudim cor-de-rosa pode, mas imaginar que, diante de inúmeras evidências, Alguém nos criou, seria ridículo.

Um dia, toda a Verdade será revelada.

"Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia."1 Coríntios 3:19

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Stephen Hawking: Ele Sabe sobre a Mensagem Milerita

O cientista Stephen Hawking, considerado o maior físico ainda em vida e quase comparável a Einstein, tem chamado a atenção por suas recentes (e contraditórias) declarações.

Recentemente o físico anunciou descartar Deus no papel da criação do Universo, contrariando o que escreveu em seu livro "Uma Breve História do Tempo", de 1988, onde afirmou que uma criação divina é compatível com a ciência.

Há alguns dias recebi um e-mail do pastor Erton Koehler, entitulado "Tempo de Sair deste Mundo", onde trechos das citações de Hawking foram usados para mostrar como os seres humanos, mesmo os céticos, vêem o colapso iminente do planeta e da civilização, e a única esperança de deixar a Terra para colonizar outros corpos celestes.

O que poucos sabem é que o referido físico tem pleno conhecimento da mensagem adventista, através do movimento milerita do século XIX. Hawking utilizou a história de Guilherme Miller como introdução para o capítulo "The Future of the Universe", do livro "Predicting The Future" (Cambridge University Press, 1993). Leo Howe e Alan Wain foram os organizadores deste livro, e apenas este capítulo é de autoria de Stephen Hawking. Segue o trecho do livro (tradução livre do autor do blog):

"Um número de datas foram marcadas para o fim do mundo. Até agora, todas elas passaram sem incidentes. Mas os profetas também tiveram uma explicação para suas aparentes falhas. Por exemplo, Guilherme [William] Miller, o fundador dos Adventistas do Sétimo Dia, predisse que a Segunda Vinda ocorreria entre 21 de março de 1843 e 21 de março de 1844. Quando nada aconeceu, a data foi revisada para 22 de outubro de 1844. Quando esta data também passou sem um o incidente aparente, uma nova interpretação foi dada. De acordo com ela, 1844 fora o início da Segunda Vinda. Mas primeiro, os nomes no Livro da Vida teriam que ser contados. Só então viria o Dia do Juízo àqueles que não estão no livro. Afortunadamente para o resto de nós, a contagem parece que está tomando um longo tempo.

"É claro, as predições científicas podem não ser mais confiávies que aquelas dos oráculos e profetas [...]"

É uma pena notar que Hawking teve tanto conhecimento sobre a mais solene e preciosa verdade para os últimos dias e simplesmente deixou-o escorrer pelos dedos. Quando o homem resiste ao Espírito Santo, Sua voz se torna cada vez mais baixa a ponto de aquele se encontrar em total rebeldia contra Deus.

Hawking está vivo, portanto, ainda possui esperança, caso mude seu coração. Se optar por continuar no caminho ousado do ceticismo, perderá para sempre a oportunidade de desvendar os inimagináveis segredos do Universo, que Deus tem guardado para aqueles que O amam (1Co 2:9).

"Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós" - Jo 14:18.

domingo, 8 de agosto de 2010

Mais Controvérsias sobre a Formação da Lua

O resultado de duas pesquisas opostas foi trazido ao público no último mês:

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=hidroxila-agua-rocha-lunar-teoria-formacao-lua&id=010130100722

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lua-nao-tem-agua&id=010130100806

Na primeira, as universidades participantes dos estudos chegaram a afirmar que a Lua possui tanta água quanto a Terra. Na segunda, os pesquisadores afirmaram que a Lua é "essencialmente seca", contradizendo os resultados da primeira.

Estas duas pesquisas dizem respeito aos modelos de formação da Terra e da Lua, onde as evidências experimentais não têm se encaixado perfeitamente ao proposto nas diversas teorias.

De uma forma ou de outra, o que ficou bastante claro é a falta de um consenso ou de evidências sólidas sobre a origem do sistema solar, da Terra e da Lua. Ao contrário do que se ensina nas escolas e mesmo nas universidades, não existem tantas "certezas"sobre o processo de formação (ou criação?) do nosso planeta e de seus arredores, e nova luz sobre antigos temas, outrora "verdades", constantemente trazem mais dúvidas e controvérsias.

O problema de tudo isto é que as implicações filosóficas da pergunta "de onde viemos?" não são nada desprezíveis, a ponto de alterar a forma como encaramos o mundo, a realidade e nossas vidas. Por que, então, a sociedade moderna simplesmente assumiu a visão do naturalismo filosófico e não se interessa pelas cada vez mais freqüentes evidências de sua fraqueza?

A resposta é bastante simples: mudança na "verdade" corrente implica em mudança de atitude, mudança nas estruturas de poder (desde poder político até poder de legitimidade). Implica em repensarmos nossa relação para com o mundo e de uns para com os outros. Implica em repensarmos nossa relação para com Deus (!). Um Deus que já foi declarado morto pela "ciência", mas que insiste em ressuscitar a cada nova sonda, a cada novo acelerador de partículas, a cada nova descoberta, a cada nova vida.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Brasil Procura Vida nas Estrelas

Reportagem do site Inovação Tecnológica

Laboratório brasileiro vai estudar vida fora da Terra

Thiago Romero e Washington Castilhos - 06/10/2009

Laboratório brasileiro vai estudar vida fora da Terra
A maior novidade do projeto brasileiro será a instalação da primeira câmara de simulação de ambientes espaciais do hemisfério Sul. [Imagem: NASA]

O que é astrobiologia

O primeiro laboratório de astrobiologia no Brasil será inaugurado no início de 2010, vinculado ao Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP). As instalações ficarão no Observatório Abrahão de Moraes, em Valinhos (SP).

Astrobiologia é o estudo da origem, da evolução, da distribuição e do desenvolvimento da vida no Universo. Esse campo de pesquisas inclui a busca por locais habitáveis no Sistema Solar e em outros planetas e luas, conhecidos como exoplanetas e exoluas.

É por isto que a astrobiologia é também conhecida como exobiologia. Outra denominação comum é bioastronomia. O campo é multidisciplinar e envolve contribuições da astronomia, biologia molecular, química, meteorologia, geofísica e geologia.

Simulação de ambientes espaciais

A maior novidade do projeto brasileiro será a instalação da primeira câmara de simulação de ambientes espaciais do hemisfério Sul, que já está sendo construída no local.

O equipamento, que reproduz condições e ambientes extraterrestres, deverá entrar em funcionamento no segundo semestre de 2010. "Com a câmara, conseguiremos simular parâmetros de ambientes fora da Terra, como as condições do espaço ou de outros planetas", afirma Douglas Galante, coordenador do projeto.

"Se precisamos entender como um organismo vivo sobreviveria em Marte, por exemplo, é possível recriar as características marcianas, controlando variáveis como temperatura, composição gasosa, pressão atmosférica e radiação ultravioleta, de modo que as amostras inseridas dentro da câmara são acompanhadas por detectores", explicou o pesquisador do Departamento de Astronomia do IAG.

Vida fora da Terra

O objetivo é que o laboratório seja usado pela comunidade científica nacional e internacional em pesquisas teórico-experimentais, contribuindo para o avanço do conhecimento em questões diversas da astrobiologia.

Entre elas estão a possibilidade de existir vida fora da Terra, a origem da vida no planeta e o futuro da vida na Terra e em outros corpos celestes. "A única certeza que temos hoje é que existe vida na Terra, ainda que não saibamos de que forma ela surgiu. Sabemos também que talvez tenha existido vida em Marte no passado, quando lá havia água mais abundante", disse Galante.

"Várias sondas trabalham naquele planeta para tentar identificar esses indícios de vida. Isso mostra que estamos apenas engatinhando no entendimento de como a vida surge, evolui e algum dia pode se extinguir, na Terra e fora dela", afirmou [destaques do blogueiro].

Reportagem completa

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Nota do blog: Galante declara que a ciência, realmente, não sabe como a vida surgiu na Terra. Mas o que não dá para entender mesmo é o por quê de qualquer questionador do evolucionismo ser caçado como bruxa, justamente pela "ciência" que deveria estimular o espírito indagador e perplexo. É impossível mexer com as "vacas sagradas" da evolução sem levantar uma horda de fiéis piromaníacos evolucionistas com tochas acesas, dispostos a queimar, antes mesmo dos opositores, as "falsas provas" da "pseudo-ciência" (que pode ser qualquer coisa que vá contra à coalisão dominante).

Se tornou crucial para o evolucionismo a busca de vida fora da Terra. Sem ela, tem ficado cada vez mais difícil de probabilizar mais uma coincidência extrema do evolucionismo: ser a Terra a solitária ilha de vida no meio da aridez do espaço. Parece que as pesquisas buscam desesperadamente organismos extraterrestres para enfim declarar: "Viram? a vida aparece por si só! Esqueçam Deus!".